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CORAUS

A CORAUS é um projeto que vem trazer a prática de escuta empática.

Ação

CORAUS

O que é?

A CORAUS acredita que somos educados para falar e não para escutar os outros. Na contramão desta tendência ou epidemia da solidão, percebem a necessidade de compartilhar com os outros e de se sentir ouvidos e parte desta “família humana”.

A iniciativa vem trazer a prática de escuta empática (referencia na Comunicação Não Violenta) utilizando a tecnologia para derrubar barreiras geográficas e temporais, criando um espaço seguro e confiável para pessoas compartilharem suas angústias, duvidas, celebrações etc , ou seja, o que está vivo em cada um, com pessoas qualificadas e treinadas em escuta empática, que irão focar sua atenção genuína em quem fala.

Como funciona?

Pessoas que estão com necessidade de compartilhar algo que lhes aflige, angustia, que causa dúvida, ideias, reflexões, ou espelhar alguma ação futura, podem entrar no sistema online (site, app) e buscar um “amigo empático” que é uma pessoa que faz parte do “staff” e foi previamente selecionada, qualificada e treinada para atender com atenção plena o “falante” ou cliente. O amigo empático vai falar com o corpo e com os olhos basicamente, somente parafraseando para o entendimento. Caso seja um espelhamento de alguma situação, o falante pode solicitar um feedback.

Qual o público beneficiado?

Pessoas que tenham o desejo de compartilhar angústias, medos, dúvidas, alegrias, reflexões e busquem um ambiente seguro, confiável e com pessoas atentas às suas histórias. É necessário ter acesso à internet.

Quem pode colaborar?

Pessoas que acreditem no poder da escuta e atenção genuínas e queiram praticar este ato de compaixão pelos outros para a construção de um mundo mais fraternal.

Como posso me engajar?

A partir de um treinamento e vivência prática, você pode se tornar um “amigo empático”!

Idealizador

Leandro Carneiro Citelli

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Calhau Social

A Calhau Social é uma plataforma que visa impulsionar ONGs na mídia.

Ação

Calhau Social

O que é?

Uma plataforma para que ONGs possam divulgar suas iniciativas no espaço ocioso de mídia de diversos sites e portais em toda a Internet. A ideia surgiu depois que os fundadores perceberam a dificuldade que as instituições tem em se divulgar, arrecadar recursos e conseguir voluntário. Assim, por que não usar a internet a seu favor?

Como funciona?

As ONGs se cadastram no Calhau Social e disponibilizam uma campanha, por exemplo “Ajude a cuidar dos gatinhos” ou “Conheça nossa ONG”, vale qualquer comunicação! Então, a equipe Calhau Social faz parcerias com diversos sites para que eles disponibilizem os espaços ociosos (calhau) e que essas campanhas veiculem por toda a internet sem que haja custo adicional para as ONGs.

Qual o público beneficiado?

Além das instituições que tem suas iniciativas divulgadas e podem atingir um público totalmente novo, o Calhau Social acredita que a sociedade de modo geral se beneficia disso. Isso porque são dei ver banners vendendo produtos e bens de consumo e começamos a ver muito mais banners solidários na internet, todos são beneficiados.

Quem pode colaborar?

Calhau Social surgiu de maneira linear e agora se expande para que outras pessoas possam participar ativamente. Contam com a colaboração de Empresas que queiram se engajar com causas sociais – em troca de patrocínio, elas têm sua marca associada às iniciativas das ONGs.

Como posso me engajar?

Seja um Amigo Doador! Amigos Doadores são pessoas físicas que poder participar do Calhau Social.
Com o amigo doador, o usuário pode ser um voluntário virtual apoiando na divulgação de iniciativas.

Idealizador

Sheila Piestun, Thiago Silvestre e Marcia Klepacz

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Projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica

O Projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica tem o intuito de levar a leitura às crianças e adolescentes do Amazonas.

Ação

Projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica

O que é?

O Projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica tem o intuito de levar a leitura às crianças e adolescentes moradoras de comunidades tradicionais localizadas no Sul do Amazonas, para isso, contemplará pequenas escolas localizadas nestas comunidades com a doação de livros.
Devido a distância e as dificuldades de acesso, as poucas escolas dessa região não possuem nenhum tipo de biblioteca.

Como funciona?

O projeto arrecadará livros voltado ao público infantojuvenil e promoverá a entrega para estas escolas, proporcionando às crianças e adolescentes ampliar seus horizontes e conhecimentos através da leitura.
Como incentivo para a doação de livros são feitas palestras nas escolas do município sobre a importância da leitura e a possibilidade de contribuir com o projeto “Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica”, onde qualquer pessoa que queira poderá fazer parte deste projeto e ajudar a construir pequenas bibliotecas nas escolas destas comunidades tradicionais.
O Projeto busca também a doação de livros através das redes sociais. Criamos uma página no Facebook apresentando o projeto, a possibilidade de doação de livros e também divulgamos todas as ações desenvolvidas no projeto.
Além disso, o projeto tenta conectar pessoas para voluntariar-se no projeto através de outras comunidades e páginas da internet que apoiam ações sociais.

Qual o público beneficiado?

O Projeto pretende contemplar as seguintes escolas rurais:

I – Escola Municipal Piuntuba – localizada a 100 km da sede do município de Apuí (AM) as margens esquerda do Rio Aripuanã. Possui 12 (doze) alunos e não possui biblioteca;
II – Escola Municipal Rio Roosevelt – Localizada as margens direita do Rio Aripuanã subindo, Possui 06 (seis) alunos e não possui biblioteca;
III – Escola Municipal João Paulo II – Localizada as margens direita do Rio. Possui 11 (onze) alunos e não possui biblioteca;
IV – Escola Municipal Nossa Senhora do Carmo – Localizada a 100 km da sede do município de Apuí (AM) na BR 230, Km 110, comunidade Vila do Carmo, cujo acesso se dá pelo Rio Aripuanã. Possui 25 (vinte e cinco) alunos e não possui biblioteca;
V – Escola Municipal Perpétuo Socorro – Localizada a 172 km da sede do município de Apuí (AM) , as margens esquerda do Rio Aripuanã Km 172, cujo acesso se dá pelo Rio Aripuanã. Possui 12 (doze) alunos e não possui biblioteca;
VI – Escola Municipal Salva Terra – Localizada a 165 km da sede do município de Apuí (AM) cujo acesso se dá pelo Rio Aripuanã. Possui 08 (oito) alunos e não possui biblioteca;
VII – Escola Municipal Areal – Localizada a 135 km da sede do município de Apuí (AM) na Comunidade Areal Rio Aripuanã Km 135. Possui 06 (seis) alunos e não possui biblioteca;
VIII – Escola Municipal São Benedito – Localizada as margens do Rio Tapajós Km 200. Possui 09 (nove) alunos e não possui biblioteca;

As escolas receberão livros arrecadados durante a campanha e terão condições de montar uma pequena biblioteca.

Quem pode colaborar?

Qualquer pessoa poderá contribuir com o projeto, físicas ou jurídicas.
Os apoiadores do Projeto serão identificados da seguinte maneira:
APOIADOR: Qualquer pessoa física ou jurídica que fizer doações de pequena quantidade de livros ao projeto.
PATROCIDADOR: Empresa e/ou Instituição que, através do Termo de Adesão, doar:
a)100 (cem) livros de literatura voltada ao público infantojuvenil;
b) 50 (cinquenta) camisetas estampadas com o logo do projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica;
c) 02(dois) banner do projeto, onde um poderá seu usado no estabelecimento do patrocinador e outro utilizado pela coordenação do Projeto Caminho dos Livros pela Floresta Amazônica;
PADRINHO/MADRINHA: Pessoa física que doar ao projeto:
a) 100 (cem) livros de literatura voltada ao público infantojuvenil;

Como posso me engajar?

Através da doação de livros de literatura infantil ou juvenil , novos ou usados.
Divulgando o projeto.

Idealizador

Cristiane Vieira Maciel da Silva Brasileira

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Agnes Cidadania

A Agnes Cidadania usa a dança como chave para transformação de uma comunidade em Minas Gerais.

Ação

Agnes Cidadania

O que é?

O grupo Agnes é uma companhia de dança formada por moradores da região da Vila Santa Rita em Belo Horizonte. Através da dança os seus integrantes construíram sua própria cidadania, numa região muito violenta e com baixíssimo IDH no município de Belo Horizonte, MG. Usando a dança como ferramenta os membros deste grupo, oferecem de maneira voluntária, aulas de balé, danças urbanas e contemporânea para crianças, adolescentes e jovens do território. Desde 2012 já são mais de 300 pessoas atendidas, em 2016 são 80 alunas e alunos. O grupo só tem como apoio o local para a realização das aulas. Vale destacar que os professores/idealizadores são moradores do território e que trabalham durante o dia e mesmo assim, ininterruptamente doam seu tempo e sua arte desde 2012.

Como funciona?

Os integrantes da Cia Agnes dividem-se em professores de balé, danças urbanas e contemporânea. As aulas acontecem:
Segundas-feiras das 17 às 19h duas turmas de danças urbanas, sendo a das 17 para crianças e a das 18h para adolescentes e jovens. Quartas-feiras são uma turma de balé para crianças às 18h e outra de dança contemporânea para adolescentes e jovens às 19h.
As sextas são duas turmas de balé as duas às 18h.
As aulas acontecem no Centro Cultural Vila Santa Rita, que colabora com a cessão do espaço para as atividades.

Qual o público beneficiado?

Crianças, adolescentes e jovens.

Quem pode colaborar?

Qualquer pessoas física ou jurídica, exceto partidos políticos.

Como posso me engajar?

Entrando em contato, conhecendo o projeto e ajudando na divulgação do projeto, de suas aulas e espetáculos.

Idealizador

Stella Soares, Emerson Guilherme, Poliana Silva e Ricardo Ulpiano.

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Som da Vila e escola de educação infantil

O Som da Vila promove educação infantil através de creche e música!

Ação

Som da Vila e escola de educação infantil

O que é?

Uma escola filantrópica que atende adolescente e jovens na Orquestra de Música Erudita; na creche, 90 crianças de 3 a 5 anos. Todas são de famílias de baixa renda cuidadas por mulheres trabalhadoras.

Como funciona?

Trata-se de uma escola legalizada com equipe técnica pedagógica conforme a legislação brasileira determina. Buscam promover Educação Infantil Cidadã contribuindo com o desenvolvimento de seres humanos éticos, críticos, conscientes, participativos e solidários.

Qual o público beneficiado?

Crianças, adolescente, jovens e mulheres chefes de família. Atuamos em São João de Meriti (RJ).

Quem pode colaborar?

Todo mundo!

Como posso me engajar?

O primeiro passo é conhecer a escola: os beneficiários, página no Facebook,  beneficiários, instalações e participar do dia-a-dia.

Você pode contribuir fazendo um vídeo, divulgando o projeto, captando recursos – tanto financeiro, como mão de obra qualificada – e assim, apoiar no desenvolvimento do projeto.

Mais informações: (21) 2751-2195

Idealizador

Núbia e Pedro Gomes, moradores do bairro Vila São José há quase 25 anos.

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Projeto Social Geração Careta

O Geração Careta quer transformar a vida de jovens em comunidades de baixa renda.

Ação

Projeto Social Geração Careta

O que é?

O projeto existe há 13 anos e tem como objetivo manter jovens longe da violência através da promoção de esportes e aulas pré-vestibular. Tudo de maneira gratuita para a comunidade de Niterói (RJ).

Como funciona?

O Geração Careta acontece no Complexo Esportivo do Caio Martins. São várias atividades propostas, entre elas: Muay Thai, Jiu-Jitsu Brasileiro, Taekwondo, Natação, Hidroginástica, pré-vestibular comunitário. O projeto é divulgado em escolas e redes sociais, além das indicações por parte de quem participa.

Qual o público beneficiado?

O foco são jovens carentes de comunidade e estudantes de escola pública, mas todos podem participar.

Para isso, basta preencher uma ficha. A única limitação é o espaço e, consequentemente, o número de vagas.

Quem pode colaborar?

Sabe dar aulas sobre conteúdo de ensino médio ou entende de artes marciais? Vem ser um professor voluntário!

Além disso, qualquer um pode apoiar patrocinando materiais (luvas, protetores, sacos de areia, etc.) ou divulgando o projeto.

Como posso me engajar?

Dando aulas, patrocinando materiais ou divulgando a iniciativa.

Estamos localizados no seguinte endereço: Complexo Esportivo Caio Martins – R. Pres. Backer, S/N – Icaraí, Niterói – RJ, 24220-041

Idealizador

Sandro Araújo

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Jogos Recreativos para Terceira Idade

O Programa UniversIDADE quer promover qualidade de vida para pessoas da Terceira Idade. A iniciativa é promovida pela Unicamp.

Ação

Dinâmicas de grupo por meio de jogos recreativos para a terceira idade.

O que é?

A iniciativa visa promover ações para despertar necessidades de integração, cooperação, união e estimular a capacitação do desenvolvimento físico e emocional.
As atividades serão fomentadas por meio de temáticas pré estabelecidas ao contexto da comunidade, visando assim, uma sustentabilidade de práticas ou meios para sensibilização da qualidade de vida, logo manutenção da longevidade.
Inicialmente, ao elaborar um plano de aula, o qual se torna essencial para organizar os objetivos, o alinhamento de público e as atividades para dinamizar os encontros, ou ainda, redesenhar um convívio maior em sociedade.
Os jogos seriam escolhidos visando as necessidades de participação e prevenção dos envolvidos, considerando a discriminação, a exclusão social, e outras causas que tendem ao acolhimento e não rejeição da terceira idade.

Como funciona?

Oficinas ou encontros temáticos, com utilização de recursos e principalmente espaço adequado para aplicação dos jogos ou atividades que são inerentes a qualquer dinâmica;
Os encontros duram de 02 a 03 horas, e acontecem no período vespertino, em dias alternados, de 02 a 03 vezes na semana.
Os jogos cooperativos são atividades físicas ou mentais, envolvendo dois ou mais participantes, organizada por meio de um conjunto de regras.
A metodologia x didática será conforme instruções ou formação de turmas, logo utilizar os seguintes recursos:
-Exposição dialogada e interativa;
-Atividades práticas;
-Painel integrado;
-Dinâmicas de grupo;
-Vídeos ou filmes.

Qual o público beneficiado?

Pessoas da Terceira Idade! Qualquer um acima de 50 anos de idade; aposentados ou em processo; de qualquer formação acadêmica; público misto (senhoras x senhores); aberto a comunidade local ou região.

Quem pode colaborar?

– Profissionais com formação e espirito de voluntariado, a afim de compartilhar experiências ou vivências adquiridas;
-Professores graduados em todas as áreas do conhecimento, que promovem a cultura do comprometimento x programa voluntário;
-Jovens recém-formados para complementação de carga extracurriculares;
-Interessados em geral, conforme desenvolvimento do programa.

Como posso me engajar?

Você pode contribuir preparando o contexto adequando sempre com a qualidade de vida e longevidade para a terceira idade; o engajamento será conforme formação de grupos e horários disponibilizados.
Os encontros são mensais para alinhamento de novas oficinas e que atendam as necessidades da comunidade.

Idealizador

Hércules Ezequiel Zardiole