O que você precisa entender sobre dados para se tornar uma organização data driven

Basta uma rápida pesquisa no Google digitando o termo em inglês Big Data para ter acesso,  em poucos segundos, a milhares de páginas com informações para o resultado da busca. Isso porque vivemos a era dos dados ou Big Data termo usado para descrever um grande volume de dados gerados eletronicamente, que podem ser processados e analisados para diversas finalidades.
Com a transformação digital e o avanço das novas tecnologias, a quantidade de dados gerados, coletados, armazenados e compartilhados é imensa. Para conseguir interpretar essa quantidade massiva de informações produzidas sem precedentes e na velocidade da luz, é preciso que esses dados sejam armazenados e processados devidamente.
Somente assim é possível realizar uma análise automatizada para conseguir obter insights ou ideias relevantes e tomar decisões acertadas com base em evidências. Para ter uma ideia da quantidade de dados gerados atualmente, elencamos alguns números que impressionam:

Com cada vez mais pessoas, empresas e instituições conectadas, estamos sendo expostos a um grande volume de dados e informações diariamente. Fator que revela que os dados não estão apenas se tornando mais disponíveis, como também mais compreensíveis para computadores e humanos. A geração de novos dados serve de subsídio para que empresas possam extrair uma vantagem competitiva ao analisar e cruzar informações, tanto do seu armazenamento interno, como também as que estão disponíveis na internet e em outros repositórios públicos.
O crescimento do interesse pelo termo big data em pesquisas na web, segundo o Google Trends, revela a importância da análise de dados na sociedade atual. O que justifica o fato de muitas organizações e empresas passarem a coletar e interpretar dados para basear suas decisões. Chamadas de organizações Data Driven, são orientadas por dados e não em suposições.

Apesar de a análise de dados estar cada dia mais difundida nas empresas brasileiras, muitas vezes sua aplicação prática fica restrita a algumas áreas mais tradicionais como concessão de crédito, cobrança de dívidas, entendimento do comportamento do consumidor, prevenção à fraude e prospecção de novos clientes.
Isso demonstra que ainda há muito o que explorar no que se refere a dados. Não são apenas empresas e organizações governamentais que podem se beneficiar da análise de dados. Organizações sem fins lucrativos também estão passando a adotar uma visão mais analítica para aumentarem o impacto positivo na sociedade por meio de inteligência de dados. Conheça 12 iniciativas de impacto que se tornarão orientadas por dados em 2019.

Mas o que são dados, afinal?

Para compreender melhor o poder e potencial do Big Data, primeiramente, é preciso entender o que são dados. Dados são um conjunto de informações que empresas e organizações detêm sobre produtos e pessoas. Quando coletados, organizados e estruturados tornam-se mais simples de serem analisados e entendidos.
Por isso, para lidar com o grande volume, variedade e velocidade com que os dados são gerados, é necessário utilizar ferramentas capazes de promover uma análise estratégica, transformando informação relevante em valor para as organizações e pessoas.
Organizações Data Driven, promovem uma gestão guiada por dados e utilizam tecnologias para armazenar, organizar, interpretar dados para utilizar a seu favor. Isso porque a coleta e processamento de uma enorme variedade e volume de informações permite realizar análises sofisticadas e obter insights que geram impacto positivo nos negócios. Se o objetivo da empresa for ampliar a sua lucratividade, por exemplo, ter uma gestão orientada a dados possibilita prever tendências de mercado para promover estratégias mais acertadas
O Big Data também tem potencial de ser uma ferramenta que pode ajudar a solucionar alguns dos principais problemas da sociedade. Essa tecnologia ajuda a entender melhor o mundo para o desenvolvimento de iniciativas de impacto social. O desafio maior está em avaliar o que é relevante na infinidade de dados à disposição, relacionar, combinar e tratar os dados de múltiplas e diversificadas fontes.

De onde vêm os dados e como são gerados?  


Cada vez mais pessoas, empresas e organizações estão conectadas e uma infinidade de dados são gerados por segundo. Seja para acessar uma rede social ou baixar um conteúdo de de um site, é preciso concordar com os “Termos e Política de Dados”. Ao concordar, a empresa passa a ter direito sob seus dados para criar estratégias de publicidade direcionada e oferecer serviços personalizados.
Assim, facilmente registramos dados e informações pessoais na internet não somente nos mecanismos de busca, como o Google, mas também em redes sociais e em aplicativos para smartphones que monitoram nossos hábitos de consumo e rotina de atividades físicas, alimentação entre outros dados pessoais.
Os dados passam a ser gerados de diversas fontes distintas, como por exemplo: curtindo ou compartilhando uma foto nas redes sociais, fazendo check-in em um restaurante ou informando seus dados pessoais ao realizar uma compra de um produto ou serviço online.
Quanto maior o volume de dados gerados diariamente mais informações um empresa ou organização terá à sua disposição e, assim, conseguirá analisá-los para identificar padrões, prever tendências e, até mesmo, detectar possíveis crises.

Mas para quê os dados são usados, afinal?

Não basta apenas ter acesso aos dados. É preciso fazer uma curadoria, filtrando e selecionando de forma a facilitar a análise com finalidade de gerar conhecimento. Em empresas tradicionais, a análise de dados pode gerar informações e insights sobre vendas, preços, dados econômicos, demográficos e meteorológicos, contribuindo para uma gestão ainda mais estratégica e eficiente.
Mas, e se passarmos a usar os dados para maximizar o impacto social positivo? Foi a partir desse questionamento que o Social Good Brasil organização pioneira do movimento brasileiro de tecnologia para impacto social — passou a adotar o conceito Data for Good com intuito de capacitar empreendedores sociais a inovarem a partir de uma metodologia baseada em ciência de dados e mindset analítico.
Ao se aprofundar sobre essa temática, o Social Good Brasil percebeu a importância das organizações de impacto social se tornarem orientada por dados, aplicando o poder transformador da ciência de dados para solucionar alguns dos maiores desafios do mundo.

Entenda como ser uma organização data driven pode mudar o mundo.

O movimento Data for Good possibilita que cada vez mais organizações do terceiro setor comecem a utilizar os dados e as evidências interpretadas neles para basear suas decisões e ampliar o impacto social positivo na sociedade. Para fortalecer esse movimento, o Social Good Brasil criou o Primeiro laboratório de ciência de dados para iniciativas sociais que impulsiona negócios desenvolvidos por empreendedores sociais.
Em negócios de impacto social, desenvolver a capacidade analítica para usar a ciência de dados é fundamental para que o empreendedor consiga se antecipar às mudanças e tendências por meio da inovação.
Aprofunde ainda mais seu conhecimento sobre o tema conferindo o poder dos dados para organizações, negócios e iniciativas de impacto social.  

Quer fazer parte do Movimento Data for Good Brasil? Converse com o time de especialistas do Social Good Brasil e venha fazer parte!

Leia também

22 setembro 2021
Vai encarar um mergulho? Participe da 10ª edição do Festival SGB! E pegue a sua bússola para iniciar...
Ler Mais
16 setembro 2021
Desde o início, o Social Good Brasil buscou o pioneirismo: ao olhar para o que estava acontecendo no...
Ler Mais
16 setembro 2021
O Google é o maior site de buscas do mundo. A ideia veio a Larry Page e Sergey Brin nos anos 1990. Aí...
Ler Mais
10 agosto 2021
As inscrições para o SiSU (Sistema de Seleção Unificado) abriram no início de agosto. O sistema usa...
Ler Mais
28 julho 2021
Desde que iniciei a autoescola e toda a jornada para tirar a CNH, perdi as contas de quantas vezes coletaram...
Ler Mais

Leia também

Pandemia: o acelerador de futuros do uso de dados
O que você precisa entender sobre dados para se tornar uma organização data driven
Como desenvolver a mentalidade analítica em pessoas e organizações
Privacidade e proteção de dados pessoais: o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais na sociedade

Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *

Postar Comentário

Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support