O que foi tendência no mundo nos últimos 10 anos e como essas temáticas foram abordadas no Festival SGB

Desde o início, o Social Good Brasil buscou o pioneirismo: ao olhar para o que estava acontecendo no mundo, trazia como propósito o desenvolvimento de programas inovadores. E o primeiro a surgir foi justamente o Seminário SGB, em Florianópolis, no ecossistema de inovação e tecnologia, que se transformou num grande Festival transmitido para o mundo.

Em 2021, celebramos a 10ª edição do Festival SGB. O momento mais esperado do ano para a equipe e todas as pessoas que fazem parte da comunidade SGB, sejam parceiros, fellows, mentores ou pessoas que estão começando a se aproximar das temáticas abordadas no evento. Seja presencial, remota, híbrido ou até pelas gravações do Festival 365, nossa motivação é inspirar e conectar as pessoas a partir de um mergulho nas conversas que importam.

Hoje propomos uma retrospectiva sobre nosso caminho até aqui. Usando a ferramenta Google Trends para te mostrar como nossas pautas sempre estiveram conectadas ao que mais era assunto no mundo.

>> Assista ao episódio #2 da série Habilidados, que fala sobre O Futuro do Trabalho e exemplifica o uso do Google Trends

Vamos lá?!

2011

Facebook. Essa foi a palavra mais pesquisada no Brasil no ano de 2011. Não por acaso, o país liderou o crescimento na rede social naquele ano: com 298% de novos acessos. Junto da mais nova ferramenta, internautas e ativistas que pautavam questões sociais começaram a descobrir a força e a potência de usar a tecnologia para organizações. O movimento Primavera Árabe ganhou força e teve na internet seu principal local para criar novas e ações.

Em 2011, a primeira semente para o SGB também era plantada. Nesse ano, as cofundadoras do SGB Fernanda Bornhausen e Lucia Dellagnelo, participaram do Social Good Summit, um evento que reúne cidadãos globais de todas as esferas para compartilharem suas ideias e discutir sobre o mundo. No encontro, o palestrante e escritor Peter Sims falou sobre novos jeitos de resolver problemas sociais. Sims também comentou sobre como o Facebook se tornou uma ferramenta que ajuda a erguer vozes e novas lideranças disruptivas. O palestrante também convidou a quem acompanhava sua fala para mudar a mentalidade de apenas planejar e começar a ajustar para a mentalidade de experimentar, para que os erros pudessem acontecer mais rapidamente e novos experimentos pudessem surgir.

Foi também nesse momento que Fernanda e Lucia ouviram os líderes do Nobel da Paz, Desmond Tutu, Muhammad Yunus e Elie Wiesel. No debate, eles faziam um convite para um grande movimento para o bem da humanidade, levando em conta as mudanças que a tecnologia traria nos próximos anos. Foi ali, naquele Simpósio, que Fernanda e Lucia saíram com o propósito de trazer o movimento “social good” para o Brasil e começar um movimento a partir da tecnologia para gerar impacto social.

O Social Good Summit foi uma inspiração para a criação do Social Good Brasil.

2012

No ano em que um homem pulou de paraquedas do espaço, batendo um recorde de skydiving, o mundo se apresentava como uma infinidade de possibilidades. As redes sociais proporcionavam novas experiências e descobertas: em mais um recorde, o clipe da música Gangnam Style se tornava o mais assistido de todos os tempos e vídeos inspiracionais traziam para as pessoas a mensagem de que o futuro seria brilhante.

Com o tema “O poder das tecnologias e mídias sociais para transformação social”, o Social Good Brasil fez o primeiro evento, na época um Seminário que lançou também a organização, trazendo os principais nomes do mundo e cases de inspiração no assunto. Também era o nascimento da organização, com o propósito de mostrar que as pessoas tinham o poder nas pontas dos dedos (e podiam usá-lo para fazer o bem). Enquanto muitos ainda estavam tentando entender como usar as redes sociais, nosso intuito era o de compartilhar novas formas de transformação social no tempo/espaço virtual. A intenção era a de mostrar para quem tivesse interesse, as ações como financiamentos coletivos para tirar ideias transformadoras do papel, projetos que antes teriam impacto significativo em pequenas comunidades. Assim, como a música viral, essas iniciativas ganhariam o mundo e seriam espalhadas em todos os lugares onde a internet pudesse levar.

Case da iniciativa Quero na Escola

2013

Novos começos, esperança, a internet como ferramenta ao alcance de informações e novos jeitos de ver o mundo. Em 2013, o mundo celebrou todas as formas de amar, ao legalizar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. No mesmo ano, o argentino Jorge Mario Bergoglio, mais conhecido como Papa Francisco, assumiu o trono. A mensagem da diversidade e aceitação começava a se propagar. As possibilidades inovadoras propiciadas pelo universo online permitiam mais acesso à educação, escolhas e até conhecimento. Um momento perfeito para mobilizar as pessoas para criar iniciativas disruptivas.

No Brasil, entre os assuntos mais pesquisados, estavam aqueles relacionados com educação: Enem, Sisu e Duolingo. Não por acaso, em 2013, o Social Good Brasil lançou um laboratório de ideias que propagava a essência do que significa inovação social. Nossos labbers, como eram chamados, apresentavam seus projetos e recebiam mentorias para tirar as ideias do papel.

Em um dos assuntos tratados no evento, Bia Granja, cocriadora e curadora do youPIX mediou uma conversa sobre “Qual o impacto social das campanhas e movimentos digitais?”. Além disso, outro assunto tratado trouxe o questionamento: “O que os jovens nativos e cidadãos digitais querem da Educação Brasileira?”

2014

Além de facilitar e conectar as pessoas, a internet também permite que as pessoas entendam as intersecções entre assuntos e tornem o que antes era experimento, real. Como por exemplo, o caso da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que entrou na pauta das discussões em rodas de conversa depois que celebridades e grandes nomes mundiais entraram na brincadeira do Ice Bucket Challenge, em que o participante recebia um balde de água gelada com gelo sobre a cabeça para promover a conscientização sobre a doença. A ideia se propagou e trouxe à tona o senso de coletividade e de que cada um pode fazer um pouco para chamar atenção para questões importantes.

O convite ao empreendedorismo social começa a ser uma conversa real e a internet serviria como mola propulsora de ideias de impacto. Em 2014, o Social Good Brasil, levou para o evento mais de 40 painelistas. Entre as conversas promovidas pelo encontro, estava o tema “A nova economia colaborativa: um modelo de pensar, ser e agir em rede”, em que o memorável Oswaldo Oliveira, um dos criadores do projeto Laboriosa 89 e outros participantes contaram suas experiências e desafios em um contexto de transição econômica e de comportamento. Além disso, outro assunto que foi debatido no evento foram as novas formas de engajamento cívico, que discutiram a criação de células democráticas que surgiram para pautar novos debates sobre os temas sociais.

Foto do painel sobre economia colaborativa. Veja o vídeo completo em: youtube.com/watch?v=0e-R1pJROGghttp://youtube.com/watch?v=0e-R1pJROGg

2015

Uma ferramenta que responde perguntas feitas diretamente, memes, formas inovadoras de entregar mensagens. O ano de 2015 aprofundou a ideia de que, em conjunto, as pessoas têm muito mais poder do que individualmente. De acordo com o Google Trends, questões sociais e de gênero estiveram no centro das perguntas mais feitas na ferramenta: “como posso ajudar os refugiados”; “por que as mulheres não podem lutar nas forças especiais” e “black lives matter” estiveram no topo dos questionamentos.

Neste contexto, o Social Good Brasil em seu evento anual levou o tema “de muitos para muitos” para o centro do debate. Novos modelos colaborativos e o poder como multidão para fazer diferença foram discutidos de forma leve e inspiradora por participantes e convidados.

Entre os assuntos debatidos estavam: “Empoderamento feminino: o que a tecnologia tem a ver com isso?”, com a participação das empreendedoras Arielli Guedes, Camila Achutti, Fernanda Bornhausen e Samantha Shiraishi. No mesmo evento, o assunto “O poder do coletivo para mudar a trajetória do clima” também discutiu como os movimentos de empoderamento da população poderiam ser transformadores.

Para inspirar ainda mais pessoas para a temática de empreendedorismo social, o SGB produziu o documentário “Em Frente”, que foi lançado em 2016. O longa-metragem apresenta quatro dos nomes brasileiros mais relevantes no universo dos negócios sociais na época que, através do uso inovador da tecnologia, se destacam mundialmente em questões como economia colaborativa, participação cidadã, novos modelos educacionais e acessibilidade.

2016

O mundo viveu, quase em tempo real, a dor de acompanhar uma das maiores tragédias humanitárias da Síria em 2016. A guerra civil na Síria, que pode ser considerada um desdobramento dos protestos da Primavera Árabe que aconteceram no país em 2011; o movimento NIUNAMENOS, organizado por feministas como protesto ao número de feminicídios na Argentina, ganharam o mundo pela força da voz daqueles que nunca tiveram projeção na mídia tradicional. O caminho apontava novos desafios. Pela primeira vez na história, as discussões de gênero foram levadas para o setor esportivo, que questionou o espaço das mulheres que lutavam por equidade dentro e fora das quadras. O cenário de transformação se fundiu às questões sociais levantando pautas de diversas minorias que antes eram invisibilizadas.

Em se tratando de tecnologia, o aplicativo de realidade aumentada, Pokemon Go chamou atenção para como virtual e real uniram-se para alcançar mais pessoas engajadas; nos canais de streaming, a série Black Mirror apresentava realidades possíveis paralelas de onde a tecnologia poderia levar a sociedade. O tempo era de problematizar, celebrar e propor mudanças para o mundo multidimensional que se transformou a partir da massificação da internet.

Pensando em como abordar estas questões de forma leve e inovadora para sua rede, Social Good Brasil convidou os participantes para cocriar um novo formato de evento. Desta vez, o Seminário abriria espaço para um Festival que pudesse trazer questões necessárias para a sociedade, mas também que pudesse celebrar as conquistas alcançadas. Cultura, informação, momentos de conexão. O ser humano no centro como protagonista das mudanças do mundo.

Entre as conversas significativas feitas no Festival SGB 2016, um painel discutia o tema O futuro e os grandes desafios globais teve com participação Dylan Hendricks (Institute For The Future), Luciana Aguiar (PNUD Brasil), Daniel Laender (Fundação das Nações Unidas). Os objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas foram amplamente discutidos no espaço.

Além disso, propósito, flexibilidade e futuro do trabalho foram temas que entraram na pauta do evento. Inclusão também foi assunto no Festival Social Good Brasil, em uma das rodas de conversa, a criadora do projeto Desabafo Social, Monique Evelle; e o empreendedor Marcelo Rocha, conhecido como Bola, explicaram as razões de investir em cultura e educação em projetos empreendedores.

Convidados como protagonistas de ações para o bem, os Fellows SGB se tornaram os disseminadores das mensagens da organização em todo o país. Com ferramentas inovadoras de facilitação, os selecionados foram desafiados a propagar a ideia de transformação social e impacto positivo em suas comunidades. Um sopro de esperança para um mundo que vive em constante transformação e exige agentes atuantes destas mudanças.

2017


“Mudanças climáticas”, “como começam os incêndios”, “qual alcance de mísseis”,
“quanto custará o muro”, “como ajudar vítima de uma enchente”. Essas foram as frases em destaque nas ferramentas de busca em 2017. O medo do futuro e os cenários possíveis em tempos de incerteza também levaram a outros questionamentos: “como ser super herói”, “coisas que nos fazem ser diferentes”.

A impossibilidade de controlar algumas das questões que angustiaram o mundo em 2017 provocaram outra pergunta: como ser um humano possível dentre tantas dúvidas?

Em 2017 o Festival SGB convidou seus participantes a fazer a jornada de busca interior para conseguir se conectar com o exterior. A nossa proposta era valorizar o que realmente importa: os laços entre as pessoas. Para conseguir propor mudanças significativas no mundo, era necessário mergulhar o olhar para nossa cultura e entender como nosso desenvolvimento nos levou até o momento. Agora, com o apoio da tecnologia seria possível usar os dados para nos guiar para um futuro possível, bastava fazer as perguntas certas.

Um dos convidados para abrir o evento discutiu o tema data for good (dados para o bem), trazendo o questionamento: “Os dados podem ser nossos aliados?”. Andrew Means é o fundador da Data Analysts for Social Good explicou como a ciência de dados é fundamental para causas como educação e defesa dos direitos humanos. Outro assunto que deixou os participantes do evento encantados foi o projeto do cientista Edgard Morya, que apresentou um exemplo de como a realidade virtual para neuroreabilitação e as ferramentas usadas para isso já são uma realidade e podem transformar vidas.

Seres humanos possíveis transformando realidades com o apoio da tecnologia e dados!

2018


Diante de momentos difíceis e desafiadores, as pesquisas em ferramentas de buscas apontaram que as pessoas, em 2018, procuraram por fazer “o bem”. Entre perguntas e questionamentos “sobre como fazer” é “o que é”, o momento pedia serenidade e distanciamento.

No mesmo ano em que membros de um time de futebol foram resgatados de uma caverna e que, durante quase duas semanas enquanto esperavam pelo resgate, meditaram para poderem manter-se vivos; o que os dados mostram é que as pessoas buscaram por esperança.

Para o Festival SGB 2018, a proposta foi: desconectar para reconectar. Afinal, o que é ser humano na era das tecnologias exponenciais? Qual é o poder do coletivo para a construção de uma sociedade que busca por equidade, respeito e desenvolvimento social?

No painel “O novo poder em um mundo hiperconectado”, Henry Timms e Jeremy Heimans coautores do best-seller “O novo poder: como disseminar ideias, engajar pessoas e estar sempre um passo à frente em um mundo hiperconectado” falaram sobre como o cenário do mundo ainda vai redefinir toda a existência humana.

Além disso, no evento de 2018, lançamos o Movimento Data For Good, que tinha a intenção de promover a reflexão sobre como os dados que circulam em toda a internet podem ser utilizados para causar impacto social positivo.

2019


A tecnologia e a ciência possibilitaram humanos superpotentes. A internet, o acesso aos dados e ao conhecimento trazem clareza e desenvolvimento em uma perspectiva, mas também causam ruídos e polaridades se não forem usadas de forma consciente. Em um cenário de incertezas, o número de pesquisas sobre heróis dobrou de 2018 para 2019, de acordo com o Google Trends.

No Festival SGB 2019, os participantes foram convidados para momentos de pausa, de cura, empatia e conexão. Inclusão, diversidade, cultura, dados e tecnologia, juntos, podem ser realmente transformadoras.

No painel “Geração cidadã dos dados, percebendo a invisibilidade de grupos por trás dos dados”, as participantes abordaram um conceito internacional amplamente debatido chamado geração cidadã de dados (citizen-generated data), que as realidades por trás dos dados e como podemos dar visibilidade e relevância para expandir debates e narrativas à invisibilidade de grupos periféricos, de mulheres e LGBTQIA+ entre outros e, assim, monitorar o governo e cobrar por investimentos mais efetivos e condizentes aos nossos problemas.

Outro assunto debatido no encontro foi “Sociedade Data Driven e o Uso Ético dos Dados”. Atualmente, dados não estão sendo utilizados apenas para tomada de decisões éticas, de forma analítica, em substituição a intuição. Como criar uma cultura ética de dados, reduzindo ameaças, riscos e vulnerabilidades para otimizar o potencial econômico e social dos dados? Nessa conversa, Raíssa Moura da Incognia, discute o uso ético dos dados, mostrando que é possível aliar inteligência analítica e privacidade.

O evento, que teve um dos maiores e potentes abraços de todos os anos, conduzido pelo mestre sem cerimônias Edgard Gouveia Jr, foi um marco, pois seria o último antes de uma pandemia mundial.

2020

Mesmo em um universo movido por tecnologias, fomos impactados em 2020 pelo grande lembrete do mundo: não temos o controle. A pandemia do coronavírus levou trabalho, convivência, relacionamentos, conversas, silêncios, descobertas, educação: tudo para dentro da casa das pessoas. Ainda que distantes, de alguma forma, as pessoas buscaram por conexão. E, sem o poder da internet, este movimento seria infinitamente mais difícil.

Mas além de conexões, entregamos – para poder acessar, pertencer e nos conectar – e nos tornamos dados em um oceano de informações. Deixamos nossas informações em troca de distrações, humor, afeto. As perguntas mais feitas em 2020, de acordo com o Google Trends, no espaço “o que é”, foram: “o que é lockdown?”, “o que é quarentena”, “o que é pandemia”, “o que é coronavírus”.

Para o Festival SGB 2020, transformar conexões reais e a proposta de experiências transformadoras em um evento realizado pela primeira vez 100% online foi um grande desafio. Mas somos movidos pela “lógica do impossível”, frase que a equipe costuma ouvir da nossa presidente-voluntária. Uma das motivações do Social Good Brasil! É como se todo o percurso do SGB até então permitisse que o caminho trilhado chegasse ao momento de levar um Festival de inovação, com conteúdos inovadores, sem deixar de lado a alma, algo tão importante para nós e para a experiência dos participantes.

No evento de 2020, foram três trilhas de aprendizados desenhadas: Seres Humanos, Futuros e o Poder dos Dados. Em cada uma delas, facilitadores trouxeram as pautas que levam o ser humano, novamente, ao protagonismo.

Em Futuros, os assuntos permeiam entre regeneração, futuro do trabalho, afrofuturismo. Na trilha sobre o poder dos dados, os temas apresentados no evento eram em torno de direitos humanos, fluência em dados e privacidade e segurança de dados.

Transversal às trilhas de conteúdo, a cultura, algo que nos move desde o primeiro evento, abordava a construção da sociedade: O Amanhã é Hoje, documentário que convida as pessoas a repensarem sua relação com a natureza; momentos de autoconhecimento e experimentações sensoriais também fizeram parte do evento.

2021

Mais um marco para o Festival SGB. 10 edições. Reaprendendo a viver numa pandemia, aprendemos a dar valor à profundidade que só um mergulho pode proporcionar. A 10ª edição do Festival Social Good Brasil te convida para navegar no oceano de dados. Um evento para honrar a nossa história e transbordar ao lado de pessoas que fazem parte dela. Aos que estão conosco desde o início e aos que estão chegando agora.

Seres humanos, Futuros e o Poder dos Dados. Mergulhe nas profundezas de conversas que importam! Em breve as inscrições serão abertas. Inscreva-se na 10ª edição do Festival SGB!

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*Post escrito colaborativamente pela equipe de comunicação do Social Good Brasil. 😍
Ana Paula Santos e Bruna Neto

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