Uma tecnologia mais humana é uma escolha consciente. Mais do que desconectar,
precisamos retomar o protagonismo sobre como habitamos o mundo digital.

Nosso objetivo

Nossa nova frente de atuação vem diretamente ligada à missão de unir o melhor da tecnologia com o melhor do ser humano. Em um momento onde o ambiente digital virou uma extensão do trabalho e da vida, nossa nova metodologia surge para construir caminhos concretos para reduzir danos e fortalecer usos digitais que ampliem dignidade, autonomia e justiça socioambiental.

Conheça a metodologia

Vivemos em um contexto em que telas, plataformas, lógicas de design, incentivos econômicos e algoritmos, moldam comportamentos antes mesmo que percebamos.

As plataformas digitais foram desenhadas para captar atenção, estimular engajamento e monetizar interações, enquanto nós, humanos, continuamos guiados por vulnerabilidades que antecedem o mundo conectado (mas que são potencializadas por ele). Ao mesmo tempo em que potencializa a aprendizagem, criatividade e participação social, também intensifica ansiedade, isolamento, esgotamento cognitivo, violência digital e impactos sociais crescentes.

Em face desse problema, nossa nova metodologia oferece clareza num território complexo. Ela traz um mapa de gatilhos, macroproblemas e subproblemas da Saúde e do Bem-Estar Digital, permitindo enxergar o que com frequência naturalizamos: o que nos afeta, por que nos afeta e como isso se expressa no dia a dia.

Gatilhos

O que causa o impacto na nossa saúde e bem-estar digital?

ESTRUTURAIS

Explicam como as tecnologias, plataformas e produtos digitais, são desenhados para moldar comportamentos através de planejamento para maximizar a permanência do usuário, previsibilidade e lucro, como a economia da atenção, a rolagem infinita e as mecânicas de retenção.

INDIVIDUAIS

Explicam como nossas emoções, vulnerabilidades e repertórios – a forma como vivemos o mundo digital e como ele, por sua vez, amplifica esses padrões. Alguns exemplos desses gatilhos são os vieses cognitivos, a busca por validação social e a ansiedade.

Problemas e manifestações

Os macroproblemas expõem como o cruzamento dos gatilhos estruturais e individuais se materializam em desafios concretos, mostrando os principais territórios onde a vida digital atravessa a experiência humana. Os subproblemas mostram os efeitos específicos e tangíveis de cada macroproblema no cotidiano.

Sobrecarga Emocional

Este problema evidencia como o ambiente digital revela que o impacto emocional não é mero “excesso de uso”, mas resultado de uma combinação entre design persuasivo e vulnerabilidades humanas profundas. Plataformas criadas para maximizar engajamento acabam se tornando gatilhos emocionais cotidianos, que se manifestam através da ansiedade e medo de ficar de fora (FOMO), comparação e validação social e infoxicação.

Evidencia como certas arquiteturas digitais podem capturar comportamento e enfraquecer habilidades internas, transformando ferramentas em agentes que orientam (e às vezes substituem) o nosso modo de agir e pensar. De um lado, mecanismos de recompensa estimulam ciclos de uso compulsivo, causando o vício em telas e jogos, de outro, cresce o sedentarismo cognitivo.

O ambiente digital influencia ritmos biológicos e funções cerebrais de forma direta: luz azul, hiperestimulação, excesso de multitarefas e bombardeio de informações afetam sono, memória, atenção e capacidade cognitiva. O design e o ritmo das tecnologias impactam a saúde neurológica, resultando em insônia e esgotamento atencional e cognitivo.

A vida digital pode criar vínculos superficiais, reduzir interações presenciais e intensificar a sensação de inadequação ou desconexão. Em paralelo, cresce o fenômeno da intimidade artificial: relações mediadas por IA ou interações parassociais que preenchem, mas não substituem laços humanos reais. Essa dimensão apresenta estruturas tecnológicas que priorizam tempo de tela em vez de vínculos significativos, expressa pelo isolamento social e depressão, e pela intimidade artificial.

O dano digital não é apenas individual: ele afeta comunidades, democracias, infâncias e territórios, exigindo respostas sistêmicas que combinem educação, proteção, regulação e responsabilidade das plataformas. Esse problema abrange desde cyberbullying e cultura do cancelamento, golpes digitais, crueldade nas redes, até a manipulação algorítmica e desinformação.

Um retrato da nossa relação com o digital

Vivemos conectados, mas nem sempre bem. Essa é uma das principais conclusões da pesquisa de Saúde e Bem-Estar Digital conduzida pelo Social Good Brasil, em parceria com o Instituto Sabin, um levantamento inédito que ouviu pessoas de diferentes perfis, sendo 75% atuantes no campo socioambiental.

Os dados revelam um cenário que muitos já sentem, mas poucos conseguem nomear: a tecnologia se tornou indispensável para quem trabalha com impacto, mas também é fonte de ansiedade, esgotamento e desconexão social.

Esta pesquisa está em curso e quanto mais vozes ela reunir, mais fiel será o retrato da nossa relação com o mundo digital. Sua experiência importa e pode ajudar a construir caminhos mais saudáveis para pessoas, organizações e comunidades. Acesse a pesquisa completa:

Nossas soluções

Confira as ações práticas criadas a partir da nossa metodologia:

PALESTRAS

Com dados reais e narrativas humanas, abordamos os principais desafios da vida hiperconectada e oferecemos caminhos concretos para uma relação mais saudável e intencional com a tecnologia.

O formato é adaptado para o perfil do seu público e pode ser realizado presencialmente ou online.

OFICINAS

Pessoas sobrecarregadas de informação e ansiosas com notificações, têm menos capacidade de escuta, criatividade e presença.

Nossa oficina é uma proposta vivencial adaptável para o perfil do público, oferecendo espaço de trocas e apresentando nossa metodologia com ferramentas práticas para o dia a dia.

PESQUISA

Nossa pesquisa pode ser personalizada para organizações que querem entender onde estão os maiores riscos e oportunidades no ambiente digital.

Pode ser aplicada como ponto de partida para uma jornada formativa ou como ferramenta independente de escuta e avaliação organizacional.

Cases de impacto

Desde o lançamento da metodologia, realizamos ações online e presenciais para criar maior consciência sobre o design das plataformas e hábitos digitais, oferecendo ferramentas práticas para o dia a dia, e repertório ampliado sobre o tema para influenciar decisões mais conscientes:

Cultivando Saúde e Bem-Estar Digital (Edição Mulheres no Impacto)​

Uma mesma oficina, em 3 capitais diferentes: Florianópolis, São Paulo e Brasília, levando nossa metodologia para mulheres líderes e empreendedoras de impacto social.

Nesta jornada, nossas participantes tiveram acesso à ferramentas práticas para navegar na complexidade do mundo conectado sem comprometer sua essência e sua saúde. Além de explicações acessíveis, exemplos do cotidiano, reflexões guiadas e muita troca entre as participantes.

Webinar: Bem-Estar Digital para Agentes de Impacto

Um encontro para falar sobre o que sentimos com os impactos da hiperconexão nos agentes e lideranças que movem o campo do impacto social e ambiental no Brasil. Nesta conversa, refletimos sobre como usar a tecnologia como aliada, sem abrir mão da nossa saúde mental e física, das nossas relações, do bem viver e do propósito que nos move.

Com facilitação de Carol Andrade (SGB), mediação de Silvia Luz (SGB) e participação de André Carvalhal - autor best-seller, falando do seu livro: "A alegria em ficar de fora".

Quem já investiu em nossas ações?

Nossas soluções de Saúde e Bem-Estar Digital, acontecem coma parceria de empresas comprometidas com uma sociedade mais humana.

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Após ler a Política de Privacidade do Social Good Brasil, eu concordo sobre o processamento de meus dados pessoais e suas finalidades, conforme descritas em: www.sgb.or.br/politica-de-privacidade

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