SGB 10 anos – Usando dados para impacto social com Maria Queiroz

Maria é uma mulher lésbica, nortista, de origem periférica que acredita que é possível criar um mundo melhor e mais humano com tecnologia e dados. Uma ativista da educação, do amor, da tecnologia e do empoderamento econômico tem 9 anos de carreira empresarial e 4 anos em projetos de impacto social. Foi assim que ela se descreveu e assim nós mantivemos. Mas bem da verdade, para o Social Good Brasil, a Maria é uma grande referência.

Mudanças de rota

Ela tem caminhado ao nosso lado desde 2018, praticamente desde que começamos a focar na democratização de dados. Como mentora e participante, passou pelo nosso Workshop de Dados e pelo programa Cidadão de Dados. Ela de fato ajudou a definir os rumos do SGB nos últimos anos e ficamos felizes em saber que nosso encontro também influenciou os rumos dela. 

Eu não sabia da existência de movimentos como o SGB, e conhecer sobre permitiu que um portal de possibilidades se abrisse na minha mente e na minha vida. Isso mudou completamente a forma que distribuo meu tempo desde então, pois agora não trabalho apenas para empresas, mas também utilizo meu conhecimento para um bem maior e busco um impacto social nas ações que realizo”, conta Maria.

A felicidade é revolucionária

Seu trabalho de impacto chegou em empresas e organizações como Safernet, Google Org, Inovativa, Technovation e Programaria e foi inspirada por pessoas como Sil Bahia, Nina da Hora e Iana Chan, Maria tem o sonho de ver as pessoas não apenas sobrevivendo, mas vivendo bem no Brasil na próxima década. E ela trabalha desde já em favor disso. Semanalmente dá mentorias gratuitas de carreira para ajudar as pessoas a terem empregos mais saudáveis, com melhores salários e mais alinhadas com sua visão de mundo. Para ela, é assim que poderão viver uma vida com mais qualidade.

Ainda que a Maria se destaque tecnicamente no trabalho que realiza na EMPRESA e nas consultorias de business inteligente que dá no ContextWorld e na Mind the Graph, sua visão de impacto vai muito mais além: “O que eu gostaria de deixar de legado para o mundo é que as pessoas confiem mais em si, apostem mais alto no seu futuro, encontrem meios saudáveis de ganhar a vida, tenham mais tempo de qualidade para viver além do seu trabalho e que, por consequência, sejam felizes”.

Que ela – e cada vez mais pessoas – possam seguir sendo exemplos disso na próxima década.

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